sábado, 24 de março de 2007

AAAAIIIIIIÍ, TATAAAUUUU!!!

Pois é, o tempo passou, foi-se com passos largos e fazendo crescer o nosso menino!
O nosso menino, ontem, tornou-se advogado! É com certeza muita emoção, vê-lo com as asas crescidas, pronto para alçar voo e trilhar o seu caminho sozinho.
Ele é cavador, mesmo tendo sido criado com todo o conforto e facilidades. Já está empregado, pode? Não foi necessária a ajuda de ninguém, conseguiu por seus próprios méritos.
Reconheceu na sua vida, não só a importância dos pais, mas também a dos avós maternos (os paternos já não estão entre nós), que também o amaram e apoiaram incondicionalmente e se orgulham tanto dos seus feitos.
Tatau, não preciso te dizer o quanto adoro você e que tenho certeza do teu enorme talento e capacidade.
VALEU, TATAU!!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Luar, Verão, Amor...

Em três palavras posso resumir uma noite perfeita:
luar
verão
amor!

quarta-feira, 14 de março de 2007

Fofocar, prá quê?

É engraçado como existem pessoas que parecem viver olhando por cima do muro, espionando e concluindo o que bem entendem, daquilo que vêem e/ou ouvem. Se fizessem isso e ficassem cada qual na sua, tudo bem. Mas, não. Sentem um prazer imenso em destilar o próprio veneno, espalhando as suas conclusões, como uma verdadeira praga.
Ás vezes acho que para elas é mais fácil arranjar fracassos para os outros do que ter corajem para encarar a realidade dos seus. Pois é assim que vejos os cultuadores de fofocas: fracassados. Eu sei que é meio extremista, mas não consigo ver de outra maneira quem interfere na vida e/ou nos relacionamentos de alguém com intrigas e fofocas, com serviço de leva e traz.
que horror!

quarta-feira, 7 de março de 2007

Chuva

Nos pingos da chuva
Me visto de molhado...

terça-feira, 6 de março de 2007

Ana Clara

Eu tenho uma filha, Ana Clara, que é tudo de bom que pode existir.
Ela é linda, meiga, inteligente, brincalhona, amorosa, dona de uma risada deliciosa, que quando dispara nada faz parar.
Só que com todas essas características boas, as outras crianças (leia-se "meninos") notam, principalmente, o tipo físico dela. Ela é uma menina "grande", não é obesa, mas tem uma estrutura física grande. É muito alta para a idade e, claro, o peso acompanha o tamanho. Só para se ter uma ideia, ela está calçando n.32 com apenas 6 anos de idade. Bem, por ela ser assim esses meninos vivem andando atrás dela pelo play-graund do condomínio, chamando-a de "gorda", "gorducha"e outros adjetivos semelhantes.
Essa ditadura de que "só é bonito quem é magro" já começa na infância, quando a crueza beira a crueldade e as crianças nada mais fazem do que reproduzir o que ouvem em casa e em outros ambientes habituais.
Procuramos estimular uma alimentação saudável e a prática de esportes por uma questão de saúde, não por estética. A prática de esportes ocorre por que gosta: já fez natação e agora vai iniciar ginástica olímpica.
É muito difícil para uma mãe ver a filha com apenas 6 anos, chorando, triste e umilhada, por não ter o tipo físico convencional. Sempre, eu e marido, tentamos fazê-la aceitar-se como é, mostrando que dentro das diferenças também existe beleza. Ou melhor, a beleza existe por causa da diferença.
Meu amor, você é LINDA!!!!

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Descoberta

"Longa é a viagem rumo a si próprio, inesperada é sua descoberta."
Thomas Mann
Preciso dizer mais alguma coisa?

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Mulheres Magras Demais

Choca esta imagem, não é?

É esta a intenção!!!

Assisti a um documentário feito por uma fotografa americana, que está ingressando no cinema, sobre mulheres com distúrbios alimentares. O documentário enfoca, principalmente, cinco mulheres com idades variadas e com nível sócio-econômico-cultural distintos, tendo em comum a bilimia e/ou anorexia.

Foi extremamente chocante e, ao mesmo tempo, esclarecedor dentro da sua crueza, nada foi escondido ou amaciado, nem tão pouco romantizado. Fiquei assustada com a falta de controle a que se chega, a perda de domínio do organismo e a visão distorcida da própria imagem que essas mulheres tinham. Estavam magérrimas e ainda assim viam-se gordas, ficavam com raiva de si mesmas a cada 100g adquiridas (e tão necessárias para a sobrevivência). Uma delas veio com apenas 36 kilos, com sonda de gastrostomia, e mesmo assim o medo de engordar era mais forte: logo após receber a dieta, ela destampava a sonda e com auxilio de movimentos musculares do abdomem, drenava todo o alimento recebido (posteriormente, com o andamento do tratamento, a sonda foi retirada). Outra, uma mulher próxima dos 40 anos, chorava ao se alimentar e chorava ainda mais quando terminava a refeição, de vontade de vomitar. E todas controlavam as calorias ingeridas.

A clínica em que estavam era extremamente rígida e empenhada na recuperação de cada uma delas, se haviam regras estabelecidas que precisavam ser rigorosamente seguidas por todas, também havia o empenho e a dedicação de todos os membros da equipe multidisciplinar. Não havia dengo, chamego, diferenças no trato individual, e muito menos passava-se a "mão na cabeça", mas em troca não faltava estímulo, apoio e incentivo. Todas, sem excessão, tinham, e eram cobradas por isso, sua parcela de responsabilidade para o sucesso do tratamento: sem vontade e perseverança não há melhora e posterior cura.

Bom, indo mais para o fim, dessas pacientes enfocadas, nenhuma se recuperou de imediato. Uma, com apenas 15 anos, não quis mais permanecer e a mãe foi buscá-la, continuando com os distúrbios alimentares. Perdeu rapidamente o (pouco) peso que havia adquirido. Outra foi mandada embora por esconder medicamentos no guarda-roupa e ainda estimular as colegas a quebrarem as regras, indo contra o tratamento estabelecido. Ela sabotou a própria recuperação e estava tentando sabotar a das outras. As outras três tiveram alta médica, mas também tiveram recaída e perderam peso, porém voltaram a procurar outras formas de tratamento, em busca da recuperação definitiva. Se conseguiram não sei, mas estavam tentando.

O que esqueci de dizer é que cada uma delas tinha o apoio incondicional da família.

Não sou uma pessoa que se choca facilmente, mas dessa vez fiquei e muito. Não fazia ideia de quão devastadora é esta doença, o quanto corrói interiormente um ser humano e, junto, as pessoas ao redor . Não sei o que leva a isto, qual a origem, mas não acredito que seja apenas a ditadura da beleza. Talvez seja a ditadura da beleza, que estabelece que só é bonita quem é magra, aliada a uma baixa auto-estima e uma cobrança da sociedade que discrimina as diferenças.

Espero que mais pessoas tenham visto este documentário e que, como eu, tenham se conscientizado que o importante é ser saudável e aceitar a sua estrutura física como é.

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Escrevo do meu jeito, sim, e daí????

Quando posto no blog, não o faço pensando em quem vai ler, qual a opinião que vai ter. Afinal escrevo para mim mesma, não tenho pretensões literárias, nem espero/quero elogios à respeito do conteúdo do que escrevo.
Não consigo fazer jogo de palavras, aliás nem sei e acho muito chato, não sou contestadora e muito menos transgressora. Não quero aparentar ser quem não sou, minha capacidade literaria é muito limitada. Claro, sou enfermeira, não escritora. E artesã(das boas diga-se de passagem).
Não fico trabalhando o texto (para ficar "chique"). Escrevo, dou uma verificada nos erros, e ainda assim escapa algum, e mando publicar.
Na realidade é isso que acho legal: espontaneidade. Vem a idéia (ou não, daí tenho que inventar), escrevo e pronto. É assim que eu sou: espontânea, definida e muito clara com relação a tudo o que vivo e que me cerca.
E tenho dito!!!!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Soninho!!!

Sossego
Silêncio
Aconchego
Carinho
Companheirismo
Amor
Cuidado
Calor
Ai, que sono...

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

XÔ!!!!

XÔ!!!!

Sai, sai, borboleta!

Xô! Xô!