sábado, 11 de agosto de 2007

Zizi Possi - Per amore

Hora da saudade!! Esta música é da época em que me casei, inclusive quando entramos no salão da festa, para cortar o bolo, brindar e todas as coisas que fazem parte do casamento, esta foi a música de fundo. Fico emocionada até hoje!

bandeira do divino - Ivan Lins, Zizi Possi, Simone e Vercilo

Fiquei arrepiada!

VITORIOSA - Ivan Lins

Sem comentários. Só espero que a "Vitoriosa", a da música, tenha aproveitado bem todo esse amor!

Djavan - Se

Insiste em 0X0 e eu quero 1X1!!! Djavan: um poeta da música. Quando essa música estava no auge, eu estava só(antes do que mau acompanhada) e em seguida eu conheci meu marido. E com o nosso relacionamento aprendi que no amor não existe placar, existe apenas a cumplicidade.

Esta imagem fala por mim!!!

Betty Boop!

Adoro Betty Boop, mas há algum tempo não tenho postado nenhuma imagem dela!
Sorry, Betty!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Evanescense - My Immortal

Contei que adoro Evanescense?

Que susto!!!

Hoje a Ana Clara ficou presa no elevador, no 5.andar do prédio em que moramos. Eu sei que parece não ser nada e acho que não deve ser, mesmo! Mas, ao ouvir o choro dela e os soluços entrecortando quando chamou meu nome, deixaram meu coração pequenininho, principalmente por perceber o medo que ela sentia.

O que me deixou indignada, é que casualmente a síndica do condomínio estava no andar onde parou o elevador com a minha filha dentro, ela só me chamou (e eu saí correndo pelas escadas) e não chamou o zelador, que tem a chave ( tem isso?) que libera o elevador ,e ficou calmamente conversando com o responsavel pelas pinturas que estão sendo feitas no prédio, enquanto minha filha chorava desesperada. Porque ela não interfonou para o zelador logo depois que interfonou para mim, ninguém sabe, pois seria o mínimo, não como síndica mas como moradora, que ela poderia fazer. E como mãe, que também é, tentar acalmar a Ana Clara, enquanto eu não chegava(se bem que não levei um minuto para subir). Quando cheguei lá e percebi isso, me deu vontade de pular no pescocinho dela, mas minha filha precisava de mim e fomos nós duas que conseguimos abrir a porta. Ela forçou a porta interna e quando abriu uma brecha, eu abri a externa!

Apenas abracei a minha filha filha, enchi-a de beijinhos e viemos para casa. Pelas escadas, é claro!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Flávia, vivendo em coma...

Hoje entrei no Blogstars e dando uma olhada nos rankins vi um blog com um nome que me chamou a atenção: Flavia, vivendo em coma.
É claro que a curiosidade foi maior e eu fui conhecer. E já de cara fiquei comovida, pois já na introdução a mãe de Flavia, Odele, conta que ela (Flavia) encontra-se em coma há 9 anos, por acidente causado pelo filtro de sucção da piscina do condomínio onde moravam. Odele criou o blog para Flavia, não só para contar a sua história, mas para alertar as pessoas e lutar contra a morosidade da Justiça, que até hoje não puniu os responsáveis pelo acidente. Você que costuma entrar em meu blog (obrigada) vá conhecer o blog da Flavia e vote no selinho do blogstars, para que possa receber o selo dourado e, desta forma, conseguir divulgar por mais um período toda esta história, que apesar de triste, mostra toda a força e a coragem de uma mãe. http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Pois é...

de pensar morre um burro ou se cria um gênio!!!
Acho que todos sentimentos incompreensíveis, a gana de carregar o mundo nas costas e a sensação de ser a válvula da panela de pressão, é
comum à maioria das mulheres. Mais cedo para algumas, mais tarde para outras. Pensei muito nisso, e cheguei a esta conclusão!
Tá, tá bom, não foi só pensando,
não. Em conversa com as minhas amigas, também.
Mudam um pouco as situações, mas consequências são as mesmas.Num momento sentem-se invadidas e pressionadas e em outro um verdadeiro estorvo.
Para minhas amigas (Rô, Mari, Cris e Verena) e para mim mesma, dedico este poema de Adélia Prado:
Com licença poética
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta,
anunciou:vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo.
Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos-- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.