quarta-feira, 30 de abril de 2008

Prêmios!!!!

Gente!!!! Hoje eu estou me "achando"!!!
Estou "se"sentindo!!!! Sabem porquê? Claro que não, né! Que pergunta boba!!!É que é assim, ó: eu participei de um concurso chamado "Maravilhas Virtuais", onde os blogs inscritos concorrem em várias categorias e participam de várias atividades. O mais gostoso é que não existe competitividade, na realidade acaba-se criando vínculos até então inesperados.
Entrei no concurso despretensiosamente, até porque meu blog não tem nada de especial, não é nem bonitinho. Tá, escrevo bem, aliás, adoro escrever. Sempre foi uma forma de colocar as coisas para fora, de contar minhas coisas quando não tinha prá quem. Escrevo melhor do que falo!!! Mas recebi "Prata" justamente nos meus pontos fortes: conteúdo e organização!
Estou muito, muito, muito, muito feliz e orgulhosa, também!!!
Obrigada, Mary! Obrigada, Juju!!!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Por favor, votem no blog da Aninha

http://smileysdaaninha.zip.net/"target="_blank" >
Pois é, pessoal, eu não sou lá muito jeitosa para essas coisas de pedir voto, mas como é para minha filha, lá vou eu: por favor, vão até o CMI e votem no blog da Aninha. O nome dele é Meu Reino Encantado (http://smileysdaninha.zip.net/), e podem ter certeza que é uma gracinha, lindo mesmo!!!! A Aninha e a Rosinha (ôpa, parece nome de dupla sertaneja!), dão um duro danado para o blog ficar lindo!!!
Cliquem no link abaixo e deixem o seu voto:
Mamãe Lekka, muito coruja, agradece!!!

Meus pacientes

Nurse Betty

Acho que já contei aqui que sou enfermeira. Contei? Sim? Não? Bom, que seja! Tá, concordo com você que não combina (aparentemente) comigo, mas fui eu que escolhi, sózinha, viu que esperta? O fato de ser meio destrambelhada não significa que não seja competente ou responsável.
Já estou atuando há 21 anos e hoje comecei a pensar (só para sair da rotina) nos pacientes que cuidei ao longo de todos esses anos, mas não consigo fazer idéia do número. Eu só tenho absoluta certeza de que foram muitos, mas muitos mesmo, das mais diferentes origens, culturas e costumes.
O que me deixa incomodada, é que só me lembro de alguns e ainda assim, não me recordo dos nomes. Lembro deles apenas porque, por uma razão ou outra, me marcaram mais. Me recordo da situação, do hospital, da unidade e até do leito, em que estiveram internados, mas não do nome. E toda vida fiz questão de me referir à eles pelo nome e obrigava a minha equipe a fazer o mesmo, o fato de estarem doentes, não significava que haviam perdido a identidade ou a individualidade.
É estranho isso, acho que é mais fácil eles lembrarem de mim, do que eu deles, já que a passagem(ou passagens) pelo o hospital é inusitada para o paciente: eu (e minha equipe) estou lá todos os dias, numa situação diferente da dele. Sim, porque para mim é uma opção profissional!!! Eles vão embora, mais cedo ou mais tarde, e eu e meu pessoal permanecemos lá, à espera de outros pacientes que estão por vir!!!
Pensa que já não passei por alguma saia justa? Já! E não foram nem uma nem duas vezes, foram várias!!! Quantas vezes alguém me abordou, até mesmo dentro do próprio hospital, me cumprimentando, com alegria (Graças a Deus!!!!) e eu fui incapaz de me lembrar quem era!!!! Só tinha certeza absoluta, que em algum momento havia cuidado dele!
Mas, quer saber, mesmo sem conseguir recordar de cada um deles, eu sei que de alguma forma estive presente na vida deles (e às vezes na morte. E essa parte não é boa, se bem que necessária) e que pude contribuir com um pouco de conforto, alivio ou dignidade. E essa parte é muito boa!!!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Selinho de amizade!!!

Recebi o selinho acima da Ju (obrigada, Juju) , uma amiga muito recente, mas já muito querida, dona de um blog lindo, o blog Floresta Encantada ( http://floencantada.zip.net/).
Quero repassar este selinho para duas pessoas muito especiais: a Rosinha e o Gonçalo.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

"Eu me rendo", por Danuza Leão

"Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a
acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e
sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras:
É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa,
companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos.
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante.
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas, as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos. Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não a que faz de conta que trabalha, mas a que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas, cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e, quando se percebe, a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa , fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio, o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas, tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo. E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver . Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver : ar, água e pão.
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso... "
Danuza Leão

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Meu poeta favorito: Pablo Neruda.

O Poço
Cais, às vezes, afundas
em teu fosso de silêncio,
em teu abismo de orgulhosa cólera,
e mal conseguesvoltar, trazendo restos
do que achaste
pelas profunduras da tua existência.


Meu amor, o que encontras
em teu poço fechado?
Algas, pântanos, rochas?
O que vês, de olhos cegos,
rancorosa e ferida?


Não acharás, amor,
no poço em que cais
o que na altura guardo para ti:
um ramo de jasmins todo orvalhado,
um beijo mais profundo que esse abismo.


Não me temas, não caias
de novo em teu rancor.
Sacode a minha palavra que te veio ferir
e deixa que ela voe pela janela aberta.
Ela voltará a ferir-me
sem que tu a dirijas,
porque foi carregada com um instante duro
e esse instante será desarmado em meu peito.


Radiosa me sorris
e minha boca fere.
Não sou um pastor doce
como em contos de fadas,
mas um lenhador que comparte contigo
terras, vento e espinhos das montanhas.


Dá-me amor, me sorri
e me ajuda a ser bom.
Não te firas em mim, seria inútil,
não me firas a mim porque te feres.


Pablo Neruda

domingo, 20 de abril de 2008

O sorriso de Monalisa

Outro dia eu estava procurando algum filme para assistir na tv á cabo e vi na relação "O Sorriso de Monalisa". E sabe como é, uma coisa leva a outra e minha mente fervilhante começou a funcionar a todo vapor.
Bom, pensei em algumas alternativas para aquele sorriso(Ahn, cuma? Sorriso? Onde?)!
1- ela era banguela;
2- tinha espinafre no dente;
3- deu uma dor de barriga súbita;
4- ficou de saco de cheio de ficar tanto tempo na mesma posição ("O que estou fazendo aqui, meu Deus?");
5- o espinafre do almoço a deixou com gases e sua refinada educação não permitia que os eliminasse.
Foram só essas alternativas que achei possíveis, mas quando lembrar de mais alguma, eu coloco aqui, tá?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

O final-de-semana está aí. Aproveite e leia este texto!

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito
prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho
minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio
das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo
com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas,
namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de
e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora
diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos,
participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço
escova toda semana e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais
disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por
dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua
na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para
os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo
o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e
mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher.E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressãode ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo
para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo
para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela
sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um
trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu
quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para
engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia
será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser
perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio
de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa
caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o
tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for
super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será
bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de
si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser
independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir
e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para
usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a
bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo
isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que
uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto
lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas
e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida
interessante'.
(Martha Medeiros)

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Coincidência!!!

Ontem, depois que postei aqui no blog, encontrei numa revista que estava lendo, um artigo à respeito de uma pesquisa feita nos E.U.A.. Sabe qual o tema da pesquisa? Surpresaaaaa!!! O que as pessoas costumam fazer no banho além de se lavar!!!!
Ficou curioso(a)? Então confira o resultado:
64% usam esse tempo para sonhar
43% dão um show musical
39% aproveitam para lavar o banheiro
34% conversam sózinhos
17% escovam os dentes
11% dançam
Tá certo, tá certo! Não precisa me falar! Eu sei que é cultura inútil, mas não esqueça: cultura inútil também é cultura!
Fui...

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Durante o banho!

O que você costuma fazer durante o banho (tirando o fato de se lavar)? Canta, dança, recita, não faz nada (além de se lavar, é claro!)... Pois eu penso!!!!
Como eu penso, meu Deus!!!! Parece que minha cabeça ao invés de relaxar, como o resto do corpo, entra em curto-circuito e aumenta a produção de pensamentos. É realmente impressionante.
Têm dias que resolvo todos os problemas da humanidade, inclusive a Guerra do Iraque, decido o cardápio da semana e componho uma sinfonia inteira durante o banho, tamanho é o fluxo! Textos, construo aos montes, inteirinhos, começo, meio e fim!!!
Mas o mais triste, é que terminando o banho, esqueço tudo, parece que a torneira do chuveiro equivale à tecla "delete" do PC. Apaga tudinho. Amnésia instantânea.
E o pior, é que às vezes fico em dúvida se me lavei todinha! Porque me distraio tanto pensando, que não tenho certeza se me lavei ou não. Então, por via das dúvidas... Melhor gastar mais sabonete, não acha? Antes pecar pelo excesso, do que pela falta!

domingo, 13 de abril de 2008

Hermes Bar

Ontem à noite, sábado, meu marido me levou ao bar onde nos conhecemos, como comemoração ao nosso aniversário de casamento (sim, os festejos continuam!).
Fazia um tempão que não íamos lá, acho que um pouco por acomodação, mas valeu à pena ver que tudo continua com a mesma categoria de antes. É, porque muitos bares não conseguem sobreviver ao segundo ano e quando conseguem, a qualidade cai muito.
Nos divertimos muito, mas muito mesmo, conversamos, namoramos (a-d-o-r-o), ouvimos música (eu dancei até me acabar, apesar de não ter pista de dança) e rimos um bocado. Enfim: uma noite perfeita!
Bom, hoje senti os efeitos da festa, meu corpitcho dói todo, minha cabeça está pesada de sono ( as crianças têm preferência em acordar muito cedo, justamente quando a gente precisa dormir um pouquinho mais!) e meus pés estão em petição de miséria! Mas quer saber de uma coisa? Faria de novo, repetiria a dose com certeza!!!

sábado, 12 de abril de 2008

Chuva...

...me dão uma preguiça...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Coruja que pensa alto!

gif animation

Aniversário de Casamento

Pois então, veja só, ontem, eu e meu marido, completamos 9 anos de casados. Pode parecer pouco tempo se comparado a outros casais, mas para nós é um tempão, considerando-se principalmente a rapidez com que passou!
É verdade!!! Para quem já se imaginava comprando um gato e uma cadeira de balanço para esperar a velhice como a tia solteirona, meu casamento, entre conhecer meu marido e casar, aconteceu muito rápido!!! Mas eu sempre fui muito decidida e já que era para casar, então que acontecesse de uma vez, pra que ficar enrolando? Eu, hein!!!!
E assim foi, fizemos tudo direitinho como manda o figurino! Não, não foi não, foi meio diferente, o figurino manda fazer tudo no tradicional e o nosso não foi nem um pouquinho tradicional. Vou listar aqui, só para você ter uma idéia:
1- não casei de branco;
2- meu buquê foi de antúrios vermelhos (pra que rosas se têm antúrios?);
3- não teve marcha nupcial (eu acho meio fúnebre, sabe, me desculpe, mas eu acho!);
4- não teve cerimônia religiosa, foi apenas o juiz de paz, no local da festa, quem realizou a cerimônia;
5- não teve cortejo de padrinhos entrando, foram apenas 4 casais, que já esperaram nos seus devidos lugares;
6- os arranjos de flores foram minimalistas, foram apenas ikebanas (e ficaram maravilhosos);
7- acho que fui a única noiva cuja mãe esqueceu de ir se arrumar, deixando minha irmã que estava esperando por ela no salão de beleza de cabelo em pé!!!
Mas apesar de ser tudo meio torto, não teve quem não se divertiu, foi gostoso, o ambiente estaa descontraído, e o melhor, consegui manter a dignidade até o fim, apesar dos meus pés estarem em petição de miséria, pedindo uma havaiana com urgência!!!!!!!!!!! Só tirei os sapatos à caminho do carro na hora de ir embora, meus dedinhos estavam amassados, coitadinhos!
Bom, teve mais algumas coisas diferentes: não passamos a primeira noite de casados num hotel ou motel, passamos em nossa casa (isto sim, era novidade para nós) e só saímos em lua de mel na terça-feira (casamos na sexta).
Recebemos nossa filha 1 ano e 4 meses depois do casamento e vivemos felizes. Temos nossas diferenças, claro que sim, como a água e o vinho, o sol e a lua, o dia e a noite! Somos completamente diferentes um do outro e por isso mesmo nos complementamos, porém o respeito existe entre nós. E muito amor!
Não há segredo para o sucesso de um casamento, mas é primordial não se prender em pequenas coisas, em detalhes que só servem para gerar brigas! Sempre procuro encontrar a melhor maneira de ser feliz!

terça-feira, 8 de abril de 2008

Essa música me explica...

Coisas Que Eu Sei
Danni Carlos
Composição: Dudu Falcão


Eu quero ficar perto
De tudo que acho certo
Até o dia em que eu
Mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento
É minha distração...


Coisas que eu sei
Eu adivinho
Sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio
Mostra o tempo errado
Aperte o Play...


Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer
Na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo tá fechado
Pra visitação...


Coisas que eu sei
O medo mora perto
Das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim
Não vou trocar de roupa
É minha lei...


Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais
Depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro
Do que eu desenhei...


Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas
No meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos
Que eu não sei usar
Eu já comprei...


As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo
Mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre
Quando tô a fim...


Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...


Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...

Dia de privada!!!!

Você já teve um daqueles dias em que dá vontade de enfiar a cabeça na privada (e, veja, estou tão cheia, que não estou sequer falando "vaso sanitário") e apertar a descarga? Pois então, eu estou num deles!
Hoje aconteceu de tudo no hospital! Mas de tudo mesmo, desde gente que prá se livrar do problema, mandou o problema pra mim, até prescrição de medicamento feita tarde demais, o que é sinônimo de paciente esperando horas a mais desnecessáriamente, por falta de boa vontade de alguém. E, claro, para coroar, membro da equipe subordinada à mim, querendo competir comigo!!! Como se ser "chefe" fosse uma delícia!!! Argh!!!
Mas o pior de tudo é que eu gosto! Adoro confusão, adoro desenrolar as coisas, adoro resolver problemas, em resumo:sou chegadinha numa encrenca!
Pode com isso? Me internaaaaaa!!!!!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Sobre tempo e jabuticabas

SOBRE TEMPO E JABUTICABAS

( desconheço o autor, mas se você souber quem é me diga para dar o devido crédito)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.

Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

Ai, que gripe, meu Deus!!!!!!

A gripe me pegou de jeito e o pior é que é gripe criada, está passando de um para o outro aqui em casa! Atchooooo!!!! Cof cof cof... Amanhã eu escrevo direito!